Minha Pátria É Minha Gente
Minha pátria é minha gente, povo simples de Petrópolis, da Baixada e do Subúrbio. Minha tribo gosta de se reunir nos almoços, contar histórias e rir, rir muito. Gostam de coisas simples, como passeios só pelo raro prazer de ver o mar. Me ensinaram a amar tudo isso. Ah, que vontade de estar com eles, em vez de ficar de longe, colecionando minhas saudades.
domingo, 22 de abril de 2018
quarta-feira, 18 de abril de 2018
MAILSON E A POLÍTICA
Para se ter uma ideia do que foi o desgoverno de Sarney, faz umas duas semanas que seu ministro da fazenda, o economista Mailson da Nóbrega, comentava para uma assembleia de empresários em São Paulo que a redução de juros adotada pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal era inútil para fazer com que os bancos privados também reduzissem suas taxas. E foi veemente nas suas declarações. Pois bem, hoje, os quatro maiores bancos privados nacionais divulgaram comunicados sobre a diminuição dos seus juros. Definitivamente, como profissional, o cidadão em apreço é um fracasso; entende tão pouco de política, assim como um ascensorista de elevador de hospital nada entende de medicina.
O pior é que ainda encontra gente disposta a pagar para ouvir suas asneiras.
Agora fica também muito claro porque os paulistas elegeram Clodovil e Tiririca deputados federais.
Para se ter uma ideia do que foi o desgoverno de Sarney, faz umas duas semanas que seu ministro da fazenda, o economista Mailson da Nóbrega, comentava para uma assembleia de empresários em São Paulo que a redução de juros adotada pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal era inútil para fazer com que os bancos privados também reduzissem suas taxas. E foi veemente nas suas declarações. Pois bem, hoje, os quatro maiores bancos privados nacionais divulgaram comunicados sobre a diminuição dos seus juros. Definitivamente, como profissional, o cidadão em apreço é um fracasso; entende tão pouco de política, assim como um ascensorista de elevador de hospital nada entende de medicina.
O pior é que ainda encontra gente disposta a pagar para ouvir suas asneiras.
Agora fica também muito claro porque os paulistas elegeram Clodovil e Tiririca deputados federais.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
RELIGIOSIDADE
AFRICANA: outras leituras
Apesar
de muitas confissões religiosas, e não somente as cristãs, possuírem seu textos
sagrados, como o Corão, os Vedas, o Guru Grant Sahib, o Tanakh, os Analectos,
isso não pode ser considerado como regra geral. Muitos credos não os têm.
Precisamente é o caso das religiões de matriz africana no Brasil, não obstante
sua especificidade.
No
Candomblé, tem grande importância a tradição oral. No espaço reservado do
roncó, onde as abiãs dão o primeiro passo em sua iniciação, são-lhes passadas
as narrativas essenciais pelos mais velhos[1]. No passado, utilizava-se
o yorubá. Trata-se de um conhecimento milenar, já veio com os africanos
escravizados, passado de geração em geração. Em algumas casas, aquela memória
se perdeu, por isso o professor de Antropologia Reginaldo Prandi, da USP,
reuniu-as em obra escrita, com o título Mitologia dos Orixás, cuja primeira
edição saiu pela Companhia das Letras, no ano de 2001.
No
geral, o candomblé preza como livro a natureza em suas diferentes manifestações.
É na crença da santidade dessa leitura que nosso culto se produz e se reproduz.
Sendo religião de fundo animista, nossos Orixás não são espírito de pessoas que
já viveram no passado, mas forças naturais personificadas.
Tendo
como ponto de partida essa alternatividade da leitura, as religiosidades das
confissões, por não conterem um livro
sagrado, mas, em lugar deste, voltarem suas atenções para a natureza, é que se
deve rejeitar como eurocêntrica e racista decisão de juiz federal no Rio, que nos negou a condição de religião, entendimento este repudiado pelo respectivo TRF.
[1] O candomblé se organiza em torno de
dois princípios: o da autoridade e o da senioridade, deste deflui a importância
dos mais velhos no culto
domingo, 15 de abril de 2018
REPETIÇÃO DA HISTÓRIA
Enquanto Colin Powell inventava a patranha das armas de destruição em massa no Iraque, hoje admitidas pelos EUA como um erro, no Brasil, um outro Colin Powell, mas de calça rasgada e suja, lá em curitiba, inventou a história do triplex do Lula, que não deu em nada. A história se repete? A primeira vez como tragédia, a segunda como farsa
domingo, 8 de abril de 2018
ABAIXO A INTELIGÊNCIA
Dia desses, aqui mesmo no Facebook, falei do ataque do (des)governo à inteligência, prendendo reitores e asfixiando as universidades pelo não repasse de recursos. Tudo com a complacência dos integrantes da pior legislatura que já esteve no Parlamento. Agora, a quadrilha vem com mais um golpe, qual seja, retirar os cursos de Humanidades das I.E.S federais. A proposta interessa às escolas privadas exatamente pelos pingues lucros que dela advirão. A receita é velha, professores sem qualificação, cargas horárias reduzidas ao mínimo, bibliotecas sem livros, periódicos ou mídias. Mas o mais cruel é que essa transferência acarretará a morte da pesquisa, já que as privadas nada investem na produção de novos conhecimentos. O grande resultado será a precarização da formação dos professores. Triste Brasil.
Dia desses, aqui mesmo no Facebook, falei do ataque do (des)governo à inteligência, prendendo reitores e asfixiando as universidades pelo não repasse de recursos. Tudo com a complacência dos integrantes da pior legislatura que já esteve no Parlamento. Agora, a quadrilha vem com mais um golpe, qual seja, retirar os cursos de Humanidades das I.E.S federais. A proposta interessa às escolas privadas exatamente pelos pingues lucros que dela advirão. A receita é velha, professores sem qualificação, cargas horárias reduzidas ao mínimo, bibliotecas sem livros, periódicos ou mídias. Mas o mais cruel é que essa transferência acarretará a morte da pesquisa, já que as privadas nada investem na produção de novos conhecimentos. O grande resultado será a precarização da formação dos professores. Triste Brasil.
CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA
Dia desses, no Facebook, falei do ataque do (des)governo à inteligência, prendendo reitores e asfixiando as universidades pelo não repasse de recursos. Tudo com a complacência dos integrantes da pior legislatura que já esteve no Parlamento. Agora, a quadrilha vem com mais um golpe, qual seja, retirar os cursos de Humanidades das I.E.S federais. A proposta interessa às escolas privadas exatamente pelos pingues lucros que ela advirão. A receita é velha, professores sem qualificação, cargas horárias reduzidas ao mínimo, bibliotecas sem livros, periódicos ou mídias. Mas o mais cruel é que essa transferência acarretará a morte da pesquisa, já que as privadas nada investem na produção de novos conhecimentos. O grande resultado será a precarização da formação dos professores. Triste Brasil
Dia desses, no Facebook, falei do ataque do (des)governo à inteligência, prendendo reitores e asfixiando as universidades pelo não repasse de recursos. Tudo com a complacência dos integrantes da pior legislatura que já esteve no Parlamento. Agora, a quadrilha vem com mais um golpe, qual seja, retirar os cursos de Humanidades das I.E.S federais. A proposta interessa às escolas privadas exatamente pelos pingues lucros que ela advirão. A receita é velha, professores sem qualificação, cargas horárias reduzidas ao mínimo, bibliotecas sem livros, periódicos ou mídias. Mas o mais cruel é que essa transferência acarretará a morte da pesquisa, já que as privadas nada investem na produção de novos conhecimentos. O grande resultado será a precarização da formação dos professores. Triste Brasil
sábado, 7 de abril de 2018
BANDEIRA VERMELHA
Fico aturdido quando leio posts sobre a bandeira do Brasil. Para essas pessoas, o auriverde pendão deveria prevalecer sobre o vermelho.
Meu povo, o verde é a cor da casa dos Bragança; o amarelo homenageia a casa austríaca dos Habsburgos. Até pela origem do nome Brasil, um pau de tinta, a cor da bandeira nacional deveria ser vermelha.
Ah, vão estudar
Fico aturdido quando leio posts sobre a bandeira do Brasil. Para essas pessoas, o auriverde pendão deveria prevalecer sobre o vermelho.
Meu povo, o verde é a cor da casa dos Bragança; o amarelo homenageia a casa austríaca dos Habsburgos. Até pela origem do nome Brasil, um pau de tinta, a cor da bandeira nacional deveria ser vermelha.
Ah, vão estudar
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